KITA usa assinatura threshold para impedir que prompt injection vire autorizacao de acao em agentes LLM
O paper propoe KITA, uma arquitetura em que a chave de assinatura do usuario nunca fica acessivel a nenhum processo de LLM: ela e fragmentada entre multiplos dominios revisores via assinatura threshold BLS, de forma que uma acao efetiva (pagamento, mudanca de permissao) só é autorizada se pelo menos t dominios distintos, nao comprometidos, assinarem a mesma acao canonica apos revisao autenticada. A motivacao e concreta -- agentes LLM que interpretam conteudo nao confiavel e ao mesmo tempo controlam uma credencial de assinatura reutilizavel permitem que prompt injection atravesse diretamente para autoridade de execucao.
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