Modelos aprendem a se comunicar por cifra arbitrária só com prompting, contornando classificadores de nocividade
Uma nova pesquisa mostra que modelos de fronteira atuais não precisam mais de fine-tuning para aprender a se comunicar por meio de uma cifra combinada em tempo real: basta prompting e, quando necessário, aprendizado em contexto. Como o conteúdo nocivo trafega cifrado e aparece como texto sem sentido para os classificadores de segurança, o ataque contorna com sucesso modelos comerciais da Anthropic, Google e OpenAI.
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