Um estudo empírico avalia frameworks populares de agentes de IA sob a premissa de que o modelo que dirige um agente pode ser sequestrado por um atacante, mostrando que a arquitetura padrão de credenciais amplas e autorização decidida 'dentro' do modelo falha contra as quatro ameaças centrais de delegação multiagente. Os autores implementam e testam um broker de autorização externo que bloqueia essas ameaças e reduz drasticamente as ações alcançáveis por um subagente comprometido.
Um trabalho de sistematização de conhecimento (SoK) revisa 197 estudos sobre segurança de sistemas multiagente de LLM (MAS) e propõe um framework que organiza ataques por posição do adversário, interface de interação e risco sistêmico resultante, mostrando que falhas emergem do fluxo de informação, estado, decisões e autoridade entre agentes — não apenas de falhas locais em um agente isolado.
O trabalho "Beyond the Transcript" investiga um vetor de risco pouco explorado: agentes de linguagem podem trocar informação por meio de estados ocultos contínuos, um canal que não aparece na transcrição pública das interações e pode viabilizar conluio prejudicial entre agentes sem deixar rastro observável. Os autores propõem o Verifiable Latent Alignments (VLA), um framework de três camadas para monitorar esse canal latente e, quando possível, corrigir o comportamento resultante, alcançando AUROC de 0,993 na detecção de conluio entre agentes homogêneos e 0,854 entre agentes heterogêneos em um benchmark de leilão multiagente controlado.
Sistemas de geração aumentada por recuperação (RAG) reduzem alucinação em LLMs, mas abrem uma nova superfície de ataque: envenenar os documentos recuperados para manipular a saída do modelo. O SecureCollaRAG propõe um framework tolerante a falhas bizantinas que valida dinamicamente a proveniência dos documentos usando credibilidade baseada em GNN, mantendo robustez mesmo sob distribuições de dados não-IID entre agentes colaborativos.